domingo, 9 de setembro de 2018

AO CAIR DA NOITE (IT COMES AT NIGHT)


AO CAIR DA NOITE 

(IT COMES AT NIGHT - 2017 - 91 minutos - EUA )


AO CAIR DA NOITE


Ontem vi um filme de 2017, de direção do jovem diretor: Trey Edward Shults. E olha que foi uma grata surpresa?

O filme lembra muito a atmosfera de outro filme que não agradou muita gente, mas que foi eleito quase uma obra prima para outros, A Bruxa de Robert Eggers.


Esse filme é do car#¨%$%


Assim como A Bruxa, Ao Cair da Noite, se passa em uma floresta, aonde uma família vive isoladamente, se protegendo de uma epidemia terrível que está devastando diversas cidades.

O filme começa com um senhor, se despedindo de seus familiares e em pouco tempo, ele será executado.

Joel Edgerton é o patriarca dessa família, um cara sério e que leva à risca todo um ritual que até o momento, tem protegido ele e sua família dessa doença devastadora. Além dele, temos a esposa, Carmen Ejogo (Sarah), uma mulher forte e que apoia sempre o marido e é seu pilar de sustentação e seu filho Kelvin Harrison Jr. que interpreta o papel de Travis. Travis é o cara que vai fazer você adentrar o universo dessa família.


Outro pôster do filme


Tudo muda depois que um homem misterioso Christopher Abbot (Will) tenta invadir a casa dessa família. O homem deixa Paul (Joel Edgerton) muito desconfiado, mas depois de muitas provas de confiança, ele resolve ir ajudar o homem, buscando sua família, (mulher e filho) que teria ficado a 80 km(s) do local da casa de Paul. São eles: Griffin Robert Faulkner (Andrew) e Riley Keough (Kim), que chegam em breve a casa da família de Paul, junto com (Will) Christopher Abbot, que aparentemente não estaria mentindo ao dizer que tinha uma família apenas, necessitando de ajuda.

A trama começa justamente aí, como essas duas famílias vão conviver em uma casa, sem se conhecerem há muito tempo, com a ameça da doença e de outras pessoas que estão loucas para encontrar um abrigo seguro e a falta de recursos (comida, água e combustível)?

Travis, Sarah e Andrew

O filme cria um clima extremamente tenso e que mesmo não mudando muito de locação, faz com que o espectador, não perceba a hora passando, o filme é gostoso de ver, te prende e não se mostra muito chato, mesmo com algumas cenas bem lentas.

O papel de Joel Edgerton vivendo o assustado Paul, é muito intenso e não menos posso dizer do papel de seu filho Travis.

Travis ainda sofre com a ausência de seu avô. Percebemos isso, pela cama que ele divide em seu quarto, aonde atualmente, fica o cachorro Stanley.


Paul e Travis

A fotografia do filme é belíssima, vários enquadramentos, dão aquela sensação claustrofóbica e temos uma sensação ao longo do filme, de que a qualquer momento, a casa será invadida, por gente muito ruim, ou alguma coisa muito perigosa vai acontecer, enfim, é tensão do começo ao fim. A ausência de luz, tem uma explicação, não é como aqueles filmes que a gente não entende porque a menina loirinha que está fugindo do serial-killer, não acende a porcaria da luz.


As duas famílias reunidas na mesa

Uma passagem que achei interessante e que faz até a gente esquecer um pouco do perigo do surto da doença, que cerca todo aquele ambiente é um ligeiro interesse que o jovem de 17 anos, Travis, tem pela mulher de Will. Não é para menos, o menino está na flor da idade, de repente uma situação muda tudo, ao invés de ele morar só com o pai, a mãe e o cachorro Stanley (nome verdadeiro Mikey), ele se vê vivendo com mais um homem em casa, com seu bebê e sua atraente jovem mulher.

Travis e Kim

Travis não consegue tirar o olho de Kim e essa brincadeira perigosa, também deixa a situação tensa, porque a todo momento, pensamos no que pode acontecer caso Will veja algo, ou caso Kim, faça algo que poderia fazer com que Travis tivesse alguma esperança em tê-la.

O rapaz, olha para os seios da moça, fica observando ela dormindo com o marido pelos buracos da parede e até na hora que vai ajudar o pai e Will, ele não consegue parar de olhar para Kim.

Paralelo à isso, a câmera nos faz adentrar aquele ambiente escuro e hostil que é a casa da família de Travis.

Ainda existe um quarto, com uma porta vermelha, que Paul proíbe que as pessoas entrem nesse quarto. Pois ele tem um significado especial na casa.

Por diversas vezes, ele anda de madrugada pela casa, que range a todo instante, por ser toda de madeira, segurando uma lamparina. E em uma dessas "andanças" da madrugada, Travis se assusta ao ver Kim, na cozinha, tomando alguma coisa em uma xícara.

Será que o jovem irá investir na mulher dos forasteiros? E ela, dará uma chance à ele?

Dessa vez, não vou dar spoiler algum, veja o filme, deixe a sua opinião em nosso site no facebook, ou no próprio blog, vocês não sabem como fico contente, quando alguém deixa a sua opinião, leio todas e quando deixam opinião no face, fica mais fácil de poder responder.

Enfim, Ao Cair da Noite, tem um clima sombrio, muitas situações de tensão, bons atores, boas atuações, boa direção, boa fotografia e um final até convincente.

Nota do filme: 7.0













domingo, 2 de setembro de 2018

QUE SAUDADE DOS ANOS 80: PLAYCENTER


QUE SAUDADE DOS ANOS 80: PLAYCENTER

Tem coisa mais anos 80 que Playcenter + Bozo?


Os anos 80 são mágicos. E eu especialmente, sinto muita saudades dessa época. E vou aproveitar esse blog para compartilhar com vocês, muitas coisas que aconteceram nessa década tão especial para a vida de milhares de brasileiros.

Para você que segue o nosso blog e que já tem mais de 30 anos, qual é a sua lembrança dos anos 80?

Eu tenho muitas. Os shopping centers, os estádios de futebol, brinquedos, lojas antigas que não existem mais, parques de diversão, novelas, comerciais, roupas, grupos musicais e seus discos, programas infantis, ah são tantas coisas.

Vou tentar falar um pouco de cada assunto aqui no The Informetal. E cada tema, será chamado de "lembrança" e a lembrança de hoje, será um parque que marcou época aqui em São Paulo, o Playcenter.


PLAYCENTER




Sem textos muito grandes, vou procurar dar uma pincelada em cada lembrança, vamos chamar assim. E uma das coisas que mais me lembra os anos 80, é o parque de diversões, Playcenter, que ficava localizado na Marginal do Tietê.

O INÍCIO

O Parque iniciou suas atividade em 27 de Julho de 1973. Foi o primeiro grande parque do Brasil, baseado nos grandes parques dos Estados Unidos e da Europa. Com 85 mil metros quadrados, o parque recebia aproximadamente 1 milhão e 600 mil pessoas por ano.

Encerrou suas atividades no dia 29 de Julho de 2012, deixando uma legião de fãs, página no facebook e muitas, muitas, muitas lembranças.

Sempre Jovem, Sempre Playcenter era o slogan do parque.

O parque foi criado pelo empresário boliviano Marcelo Gutglas.

Em 1999 com a desvalorização do Real, o parque mergulhou em uma gigantesca crise e em 2001 o parque já tinha uma dívida estimada em 145,3 milhões de reais!!! Ou seja, muita grana!!!

Imagem icônica

Roda Gigante

O parque teve as primeiras orcas destinadas a shows do país. Nandu (macho) e Samoa (fêmea) foram trazidas da Islândia para serem atrações no parque e fizeram muito sucesso com seus shows performáticos.


Orca do Playcenter


Em 1993, em turnê pelo Brasil, o parque teve uma visita muito especial. Nada mais, nada menos do que Michael Jackson fechou o parque para pessoas da sua equipe e convidados. Imagina quem esteve nessa noite, pertinho do Rei do Pop, algo simplesmente inesquecível.




Mas infelizmente a história do Playcenter não teve só momentos de alegrias. Vários acidentes aconteceram no parque.
Os mais falados, foram em 2010 e 2011.



Além das falhas no Double Shock e no Looping Star, em 1995, um menino de 11 anos despencou de uma altura de 13 metros. O brinquedo era o Space Loop, que simulava "loppings" de avião. Fraturou braço, fêmur e teve traumatismo craniano. Em Março de 1980, 4 garotos de cerca de 12 anos de idade, tiveram os vagões da Montanha Russa descarrilhando e espatifando no chão. Um dos meninos fraturou a bacia.

ATRAÇÕES ESPECIAIS



O parque também deixou na memória de muita gente, atrações icônicas. Foram dezenas delas nesses longos anos de existência do parque. Algumas mais radicais, outras mais calmas, o fato é que o Playcenter marcou época com suas atrações e isso segundo seus administradores, fazia com que o parque renovasse o interesse do público por ele. Na visão dos empresários, se o parque não se renova, o público perde o interesse.

Uma delas era a Eva que de 1984 até 1989, encantou muita gente com uma viagem por dentro do corpo humano. Eu lembro dessa atração, quando ia para Osasco com meus pais e quando passávamos pela Marginal do Tietê, dava para ver de longe o rosto da grande Eva. Nossa, que coisa de louco lembrar disso, mas quando vi a imagem ao fazer o post, me veio a recordação na hora em minha mente.


Eva

Fernando Elimelek, que foi diretor de marketing do grupo, disse que pessoas não se preocupavam em ficar mais de 1 hora na fila, para ver atrações como por exemplo o gorila de 15 metros de altura, fazendo referência ao filme King Kong.


Kong

Gigante!!!

400.000 pessoas em menos de 1 mês visitaram o parque nesse período.

De 1977 até 1988, Monga foi uma atração bem famosa do parque. Uma linda mulher se transformava em um gorila durante um processo que deixava o público extremamente atento. Teve várias configurações distintas ao longo desses anos todos na ativa.

Monga

De 1985 a 2000 - Tobogã, um outro símbolo do parque.

Tobogã


De 1983 à 1992, Alpha X-100

Alpha X-100


De 1988 a 1999 La Bamba


La Bamba


De 1983 até 1999, o show dos golfinhos também agradou muita gente. Dentre eles, o famoso Flipper da tv.

Show dos golfinhos


De 1976 a 1980 o museu de cera trazendo a figura de várias personalidades brasileiras;


Museu de Cêra


De 1980 à 2000, essa era a atração que eu mais queria ter visitado. A Montanha Encantada, um barquinho de madeira, levava bem tranquilamente as pessoas para passear. Muitas pessoas, elegeram essa uma das atrações mais saudosas do lendário parque.


A Montanha Encantada

Até 1998, o Super Jet era a montanha russa do Playcenter. Foi substituído por pela montanha russa Boomerang.

Super Jet

Boomerang
O show dos ursos durou de 1981 a 1998. Composto de bonecos animatrônicos animavam 420 pessoas por vez num show de 15 minutos. A história era simples, uma mãe que queria cantar músicas suaves para seus filhotes, que por sua vez gostavam de rock.

Show dos Ursos



De 1977 à 2002, outra atração muito interessante. Ela dava uma espécia de tour em quase todo o parque. O teleférico.

Teleférico
NOITES DO TERROR

Uma atração que deu muito o que falar e que alavancou o parque nos anos 90, quando o parque teve alguns momentos ruins, foi a atração chamada de Noites do Terror.


cartaz do evento

Freddy, Noiva de Chucky, Chucky e Hellraiser

palhaços assassinos

atores da atração

Com propagandas veiculadas na TV Globo e em outros canais, a atração consistia em diversos atores e atrizes vestidos de monstros, personagens de cinema entre outros que assustavam as pessoas dentro de castelos, casas mal assombradas e outras locações.

Foram no total 25 anos de Noites do Terror, com 26 edições.

Os números são impressionantes, mais de 11 milhões de visitantes, 150 quilos de maquiagem, 150 figurinos por edição, mais de 300 profissionais envolvidos no evento.

atores encenando

Alguns shows começavam bem tarde, alguns iniciava a meia noite. Alguns artistas que trabalharam no parque, disseram que os minutos que antecediam o início das atividades, era tão assustador para eles, como que para o público, porque muitos nunca tinham trabalhado em um evento que envolvia tanta gente.

Até relatos de criança convulsionando e o ator salvando a criança já teve. Mas todos diziam que era muito legal, uma grande família e muitos sentem saudades dessa época tão mágica.



BOZO NO PLAYCENTER


A capa de um dos discos mais saudosos da minha infãncia, foi justamente no Playcenter.
O palhaço mais famoso do Brasil, Bozo, ilustra seu disco com uma foto no Playcenter, nos anos 80. E em 1984, junto com Gugu Liberato, ele fez um show para diversas pessoas dentro do parque.





Aliás, se tem um canal de tv que me traz boas lembranças é o SBT, que antes era chamada de TVS. E não só em 1984, mas todo dia das crianças era comemorado no Playcenter, com Bozo, num show exclusivo. O evento começou em 1980 e se estendeu por alguns anos, sempre no mês de Outubro.





Até o apresentador Gugu Liberato deu as caras no parque junto com Bozo, que comandava diversas atrações como podermos ver nas fotos acima.

Na foto abaixo, Angélica, bem novinha ainda:



No próximo post, pretendo falar sobre> PROGRAMA VIVA A NOITE do SBT, aguardem!!!

























domingo, 26 de agosto de 2018

W.A.S.P. - Bandas que amamos!


W.A.S.P. - Bandas que amamos



Hoje vou estrear mais uma série de posts. Aqui no The Informetal para vocês que já viram: Top 10, Raio X, Crítica do The Informetal, Casas Noturnas Lendárias, entre outras séries que vira e mexe, aparecem aqui novamente.

Hoje vamos iniciar outra dessas séries, seu nome? Bandas que amamos.

E para começar bem, escolhi uma banda norte-americana que frequentou muito a Sunset Street:  W.A.S.P.

Obs: Pretendo falar num futuro próximo dessa rua tão conhecida pelas bandas hard rock dos anos 80. Mas hoje vamos falar da banda W.A.S.P.

Falaremos um pouco da banda, para aqueles que querem conhecer e para aqueles que já conhecem.

FICHA TÉCNICA

País: Estados Unidos
Local: Los Angeles, Califórnia
Fundação: 1982
Vertentes: Heavy Metal, Glam Metal, Hard Rock e Shock Rock

Integrantes:

Blackie Lawless
Doug Blair
Mike Duda
Randy Black


COMO SURGIU O MEU INTERESSE NA BANDA:

Eu sempre que vou escrever sobre uma banda, deixo o You Tube aberto em uma janela a parte e vou ouvindo a banda. E exatamente no momento que estou escrevendo essa frase, está tocando uma das primeiras músicas que ouvi do W.A.S.P. e  também foi o primeiro videoclipe que vi : I Wanna Be Somebody. Na verdade acho que vi o videoclipe primeiro, antes de ouvir a música na rádio ou no disco.

A minha esposa já conhecia a banda e me incentivou a ouvir. Gostei logo de cara e comprei esse cd aqui:

The Best Of The Best

Álbum Duplo

Belo encarte!

Contra-capa

COMO TUDO COMEÇOU:

A banda surgiu nos início dos anos 80 e seu líder Blackie Lawless sempre cuidou muito da parte visual da banda, desde os discos, o visual no palco e toda parte teatral, muito comuns em bandas como Alice Cooper, Lizzy Borden, Twisted Sister e talvez a maior influência do W.A.S.P o KISS.

White Anglo-Saxão Protestant (Branco Anglo-Saxão Protestante) é um acrônimo que foi reinterpretado pela banda com a expressão em inglês: We Are Sexual Perverts - Nós somos Pervertidos Sexuais.

Mas isso é o de menos, (apenas polêmica para chamar atenção), o que vale mesmo são os discos da banda, que numa estimativa relatada em alguns sites, podem ter chegado a venda de 12 milhões de cópias em todo mundo. Um número bem expressivo.




A faixa I Wanna Be Somebody foi uma das melhores músicas de estreia da banda e entrou para o hall das 100 melhores músicas de hard rock, conseguindo a posição de número 84.

A banda surgiu, após o fim da banda Circus Circus e mais especialmente em 1982, Lawless na guitarra e vocal, com Randy Piper, guitarra solo, Rik Fox (contra-baixo) e Tony Richards, ba batera, completava a formação original da banda.

A banda chamou a atenção do público e da mídia, com suas apresentações bombásticas. Lawless costumava amarrar mulheres semi-nuas e simulava sessões de tortura e de decapitação. Tinha o costume também de lançar carne crua no público e F*uck Like The Beast foi o primeiro single lançado em 1982. E dizem até que ele já chegou a beber esse sangue, em shows.

Lawless torturando uma garota

Poster de divulgação

Animal F**k Like a Beast

Poster do álbum

As letras das músicas e toda a arte gráfica, também chamaram muita atenção do público, pela temática pesada do tema.

Vejam um trecho de uma das músicas:

"I got pictures of naked ladies
Lyin' on their beds
I whiff that smell and sweet confusion
Starts a swellin' inside my head"

Essa formação, durou menos que picada de cobra. Rik Fox foi chutado da banda e juntou-se à banda Steeler, com o vocalista Ron Keel e guitarrista Yngwie Malmsteen. Ele foi substituído por Don Costa que logo depois também saiu da banda. Sua posição na banda, foi assumida justamente por Lawless no baixo. Logo Chris Holmes entrou para banda.

A banda assinou um contrato com a gravadora Capitol Records, no ano de 1983 e assim lançaram seu debut: W.A.S.P. que foi lançado no dia 17 de Agosto de 1984.

W.A.S.P.

Nesse álbum, vemos clássicos absolutos da banda como On Your Knees, Sleeping (In The Fire), Hellion, I Wanna Be Somebody e L.O.V.E Machine, uma observação que vale destacarmos é que todas essas músicas ainda aparecem nos shows da banda.

Para não causar problemas nos Estados Unidos, o singles F*ck Like a Beast, foi lançado por um selo independente no mesmo ano.

A banda fez uma aparição no filme The Dungeonmaster, no ano de 1984 também.




Love Machine e I Wanna Be Somebody colaboraram muito para a banda alcançar a posição de número 60, na famosa lista da Billboard, isso rendeu uma turnê pelos Estados Unidos e o aparecimento e veiculação de clipes dessas canções na TV.

Nessa mesma época, foi escrita Blind In Texas. Mas a faixa só apareceu em The Last Command, o próximo álbum da banda.

The Last Command

Lançado em 9 de Novembro de 1985. Tony Richards estava muito envolvido com as drogas e fora substituído por Steve Riley que já tinha tocado com as bandas Steppenwolf e Keel.

Após a turnê desse álbum, o guitarrista Randy Piper deixou a banda por motivos pessoais. O ex-batera da banda King Kobra, Johnny Rod, juntou-se a banda e Lawless voltou a tocar guitarra.

Depois de um período de tranquilidade, a banda entra no estúdio e começa os trabalhos para Inside The Eletric Circus, que foi lançado no dia 8 de Novembro de 1986.

Os críticos não gostaram desse álbum, os fãs sim e Lawless também não, considerando o pior album da história da banda.

Inside The Eletric Circus

E foi também nessa época que a banda começou a sofrer com uma organização liderada por Tipper Gore que sempre lutou contra música que possuísse conteúdo explícito, seja sobre qualquer tipo de violência ou conteúdo sexual. Parents Music Resource Center (PMRC).

Ameaças de bomba e até de morte, pairaram sobre a banda.

The Manimal e Harder Faster possuem referências diretas a Tipper e a PMRC. Steve Riley deixou a banda e entrou no L.A Guns, no seu lugar, temporariamente entrou Chad Nelson, que tinha apenas 18 anos. Gleen Soderling, entrou na banda depois, mas ficou doente e não atuou em nenhum show. Entra Chris Holmes. Chad foi substituído por Kelly Martella.

A banda então lança seu quarto álbum de estúdio, The Headless Children, lançado dia 15 de Abril de 1989. Nada de música com conteúdo sexual dessa vez.

The Headless Children

Esse álbum até hoje, é o álbum da banda que mais vendeu. A bateria que ouvimos nesse disco, foi gravada por Frankie Banali, ex-Quiet Riot.

Nesse disco, temos Forever Free, uma balada que ficou bem famosa e The Real Me, cover da banda The Who.

Chris Holmes que entrou na mesma época de Chad Nelson, deixou a banda em 1989.

The Crimson Idol, muito elogiado por fãs e crítica especializada, teve apresentações em 1992, músicas como Hold On To My Heart, The Idol, Chainsaw Charlie (Murders In The New Morgue) e The Great Misconceptions Of Me mostram toda a qualidade que Lawless empregou nesse trabalho.


The Crimson Idol

Nesse disco ele deixou o alter ego Jonathan Steele de lado e falou como Lawless.

Chris Holmes voltou a banda em 1996, depois de divorciar-se da cantora Lita Ford. Com ele, a banda lançou Fuck Die de 1997, Helldorado de 1999, dois álbuns ao vivo um em 1998 e outro em 2001, Double Live Assassins e The Sting.


momento do show

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Que cara de mal!

Em 2001 a banda lança Unholy Terror e mais uma vez Chris deixa a banda, o ano era 2002.
Dying for the World, lançado em 2002, contém letras fortes de Lawless, inspiradas pelos ataques terroristas do 11 de Setembro.

Helldorado

Unholy Terror


Em 2004, a banda lança a primeira parte do The Neon God, com o subtiítulo de The Rise, um disco conceitual que fala de um orfão que fora abusado sexualmente por uma freira. The Demise é a segunda parte, lançado em Setembro de 2004.

The Neon God Part 1

The Demise

E em 2005 a banda aparece pela primeira vez em terras tupiniquins. Sim, o W.A.S.P. veio ao Brasil pela primeira vez.

No começo de 2006, mais uma vez, saindo e entrando gente na banda. Batera Mike Dupke entra e o guitarrista Doug Blair, saindo Darrell Roberts.

Dominator, lançado em 16 de Abril no Reino Unido.

Dominator


Em 2009, a banda lança Babylon, via Demolition Records. Recentemente a banda gravou seu décimo quinto álbum de estúdio, Golgotha, lançado em Outubro de 2015, Mike Dupke deixa a banda.

Golgotha


Lawless diz em entrevista que não tocará mais a música Animal (F*ck Like A Beast) devido às suas crenças religiosas.

FOTOS DA BANDA